
Era uma vez uma linda princesa que vivia num reino nem tão distante assim e que, como todas as outras princesas, estava à espera do seu príncipe encantado. Mas enquanto o tal príncipe não dava as caras, nossa princesa dedicou seu tempo aos prazeres mundano: frequentava barzinhos, boates, shows, etc. Adorava uma balada e vivia no shopping fazendo compras com as amigas.
Um belo dia, durante um passeio matinal, a princesa caiu ao descer de sua carruagem de abóbora e foi prontamente socorrida por um galante príncipe. “Este é o meu príncipe” – Pensou ela. E era. Apaixonou-se ali, naquela situação vexatória, que fora o estopim do romance.
Tudo aconteceu muito rápido, e antes que pudéssemos explicar tudo o que aconteceu (mas tenha certeza, aconteceu como todo e qualquer contos de fada), o Príncipe e a Princesa estavam no altar fazendo juras eternas de amor.
O tempo passou, ela engordou um pouquinho, surgiram umas celulites e uns pés de galinha; nele surgiu uma senhora pancita de cerveja. O romance não era mais lá aquela coisa, aquela paixão desenfreada, mas os dois iam levando por inércia.
Até que certo dia, passeando despretensiosamente pelo reino, avistou a carruagem do marido defronte a um bar onde estava ocorrendo um Pagodão de Domingo. Achou estranho, afinal ele dissera que iria visitar a mãe, aquela megera. Sem titubear, entrou no recinto.
Flagrou o marido com um copo de cerveja em uma das mãos e uma loira popozuda (que mais parecia atriz de filme pornô) na outra. Ela fez escândalo, chorou, esperneou e sumiu. Apareceu somente no outro dia, juntamente com um advogado, portando as papeladas do divórcio.
Com o dinheiro da meação, fez lipo, peeling, bronzeamento artificial, se matriculou na academia e começou a fazer aulas de boxes. Voltou a fazer os programas de solteira e caiu na balada. E foi justamente lá que ela arrumou um novo namorado, moreno, alto, escultural que a chama de princesa e a deixa mais derretida que testa de picolezeiro em Cuiabá. Sem pensar mais em casamento, nem nada. Só deixando-se levar.
E viverá feliz para sempre...
*Texto próprio
Um belo dia, durante um passeio matinal, a princesa caiu ao descer de sua carruagem de abóbora e foi prontamente socorrida por um galante príncipe. “Este é o meu príncipe” – Pensou ela. E era. Apaixonou-se ali, naquela situação vexatória, que fora o estopim do romance.
Tudo aconteceu muito rápido, e antes que pudéssemos explicar tudo o que aconteceu (mas tenha certeza, aconteceu como todo e qualquer contos de fada), o Príncipe e a Princesa estavam no altar fazendo juras eternas de amor.
O tempo passou, ela engordou um pouquinho, surgiram umas celulites e uns pés de galinha; nele surgiu uma senhora pancita de cerveja. O romance não era mais lá aquela coisa, aquela paixão desenfreada, mas os dois iam levando por inércia.
Até que certo dia, passeando despretensiosamente pelo reino, avistou a carruagem do marido defronte a um bar onde estava ocorrendo um Pagodão de Domingo. Achou estranho, afinal ele dissera que iria visitar a mãe, aquela megera. Sem titubear, entrou no recinto.
Flagrou o marido com um copo de cerveja em uma das mãos e uma loira popozuda (que mais parecia atriz de filme pornô) na outra. Ela fez escândalo, chorou, esperneou e sumiu. Apareceu somente no outro dia, juntamente com um advogado, portando as papeladas do divórcio.
Com o dinheiro da meação, fez lipo, peeling, bronzeamento artificial, se matriculou na academia e começou a fazer aulas de boxes. Voltou a fazer os programas de solteira e caiu na balada. E foi justamente lá que ela arrumou um novo namorado, moreno, alto, escultural que a chama de princesa e a deixa mais derretida que testa de picolezeiro em Cuiabá. Sem pensar mais em casamento, nem nada. Só deixando-se levar.
E viverá feliz para sempre...
*Texto próprio
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